
Nos dias de hoje é importante observar as várias formas que o mercado disponibiliza para um profissional gerar sua renda.
A tão famosa e histórica relação de emprego vem decaindo lentamente, hoje tanto empresas quanto profissionais buscam resultados, independente da forma com que isto seja gerado. Contrato exclusivo, juras de fidelidade e até de amor, estão sendo trocados, em muitos casos, pela expertise de um profissional liberal, pelo senso prático de um consultor ou mesmo pela rapidez de um “free”.
Hoje falar em mercado de trabalho, não significa emprego, em verdade fala-se em geração de renda. Olhe a sua volta, quantos rendas estão surgindo desde o mercado informal, para onde escorrem os profissionais menos qualificados, até o mercado de “vendas de horas intelectuais” para onde vão os mais experientes e preparados. Em verdade aumentam a experiência na proporção em que trocam de empresas e vão aumentando seu rol de atratividade.
Verifique em seus laços familiares e amigos quantos não estão atuando no mercado de rendas sem um emprego, digamos à moda antiga? Dos jovens “entrantes” no mercado uma gama cada vez maior tem se deparado com esta nova realidade, muitos já desitiram de procurar o “antigo emprego” e investem em sua própria plataforma de negócios, seja criando uma empresa, ou atuando de forma informal, outros ainda como estágio.
Numa visão simplista isto pode parecer ruim, mas se procurarmos olhar de forma afirmativa, pode-se confirmar que estamos diante de toda uma geração de auto-empreendedores, pessoas que não “terceirizam” sua carreira, são proprietários de seu destino, tem auto-domínio. Isto é excelente para o consumidor final, para a economia e sobretudo no desenvolvimento da inteligência de negócios.
Importante estar atento a isto, os modelos econômicos alteraram-se e faz-se necessário estar ligado. As organizações tem de estar atenta e pensar que o mercado por vezes não mais paga um custo fixo mensal e força a empresa a flexibilizar o custo e esta tem de ser inteligente o suficiente para reagir e tornar-se competitiva.
É a quem antes procurava emprego hoje tem de estar apto para conseguir renda, e o digamos tamanho de renda será proporcional ao resultado contributivo, sendo este dependente direto de seu conhecimento. Para variar tudo depende de performance pessoal.
Publicação: 21/10/05
Niélsen Specht
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