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Imprensa

14 out

Jornal O Sul destaca a importância da SISNEMA no mercado Nacional

Há 26 anos no mercado, a gaúcha Sisnema é referência nacional em gestão e TI

A tecnologia é um dos segmentos de maior evolução no mundo inteiro. A consolidação do setor ganhou ênfase no território nacional. Na década de 90, acompanhando essa revolução, três irmãos de Crissiumal, localizada a 500 quilômetros de Porto Alegre, enxergaram a tecnologia como oportunidade. A curiosidade de entender como funcionava cada peça e instrumentos usados para construir um aparelho automatizado trouxe à tona todo o conhecimento repassado pela empresa criada por Jones, Nei e Giani Maldaner, o Sisnema. Hoje, com 26 anos, representa o Rio Grande do Sul na evolução e excelência no setor.

A necessidade estava à frente da oportunidade para os irmãos quando tudo começou. A Capital gaúcha tornou-se a moradia dos empreendedores, já que deixaram o interior para iniciar os estudos em uma universidade. Junto aos sócios, algumas pessoas treinadas para atuar no Sisnema, também oriundas de Crissiumal, formaram a sua primeira equipe. O crescimento foi perceptível com o passar do tempo.

Inicialmente, os principais serviços oferecidos eram a assessoria de projetos para empresas de diversos segmentos. Depois, foi criado o Centro de Treinamento de Qualificação Profissional de TI (Tecnologia da Informação) e Gestão, atualmente representando 60% de execução do negócio. “Começamos a perceber que o treinamento para clientes estava obtendo mais demandas do que outros serviços. A disseminação da informação passou a se tornar nossa principal meta”, conta o diretor do Sisnema, Jones Maldaner. A partir daí, a empresa passou a tornar-se referência brasileira.

Grandes empresas passaram a integrar o círculo de parcerias do Sisnema. Há mais de 20 anos, é representante da Microsoft, uma das maiores redes de software de computadores. Também tornou-se revendedor de produtos da Dell e parceiro de empresas dos Estados Unidos e Inglaterra. “Prover soluções e serviços tecnológicos nos faz ganhar visão de futuro e ampliar o fator de multiplicação”, explica Jones.

Falando em multiplicar, os anos também foram favoráveis para a soma de clientes. São mais de 100 mil inscritos no Centro de Treinamento e pelo menos 1 mil empresas para as quais o Sisnema presta ou já prestou serviços. Polícia Civil e os clubes de futebol Grêmio e Internacional integram essa lista, além de outros negócios com filiais pelo mundo inteiro. “O foco de atendimento é só na região sul, mesmo assim, é muito importante nossa ligação com os outros estados brasileiros e países estrangeiros”, diz o diretor.

Espaço de Treinamento

 

As aulas do Centro de Treinamento de Qualificação  Profissional de TI (Tecnologia da Informação) e Gestão  tornaram a repercussão a nível internacional do Sisnema  ainda mais representativa. Existem alunos que receberam  certificação através do curso, que hoje moram na China e na  Irlanda. “O treinamento é profissionalizante e propõe o  cadastro do aluno em um programa mundial de certificação e  credenciamento”, destaca Jones. Para iniciar o treinamento,  o inscrito deve ter pelo menos 16 anos.

 São 40 horas de aulas, podendo ser presenciais em um espaço  com mais de 500 metros, ou online e ao vivo. “O diferencial  das nossas aulas são o acompanhamento em tempo real, para  que o aluno se sinta inserido no local, possa compartilhar  conhecimentos com os instrutores e obter a dedicação  necessária”, fala.

 São 40 horas de aulas, podendo ser presenciais em um espaço  com mais de 500 metros, ou online e ao vivo. “O diferencial  das nossas aulas são o acompanhamento em tempo real, para  que o aluno se sinta inserido no local, possa compartilhar  conhecimentos com os instrutores e obter a dedicação  necessária”, fala.

Desafios do futuro

Há apenas dois anos que Jones Maldaner tomou a direção do Sisnema, junto com sua esposa Kelly Maldaner. Ele caracteriza como principal desafio da empresa “permanecer inovando no mercado mesmo em tempos em que a tecnologia não esteja seguindo em um ritmo tão mirabolante como antigamente”. E acrescenta: “As pessoas estão muito dependentes dos serviços digitais. Hoje tudo está sendo levado para as chamadas nuvens. Se dá bem no mercado quem acompanha essa centralização de informações”. Ele citou o caso do WhatsApp que foi tirado do ar no início do mês de maio deste ano quando falou sobre a estrutura de internet do País. “O Brasil precisa melhorar muito nessa questão, pois ninguém mais vive sem tecnologia” finaliza.

 

Fonte: O Sul